Somos nadadores ativos/passivos entre as imagens que procuramos e as que nos são impostas. Migramos entre prazeres, desprazeres, informação, ignorância, paixões e indiferenças despertadas pela imagem artística – ou não artística [onde está o limite?].
Na arte contemporânea, importa termos propulsão própria para navegar. Arte contemporânea é nossa, é do nosso tempo, participa da vida de todos – dos que a contemplam, dos que a constroem, dos que a ignoram, dos que a respeitam, dos que a rechaçam.
E assim como apenas os vivenciadores de tempos idos podem dizer com propriedade o que estava acontecendo em suas vidas [os outros dizem História], apenas nós podemos dizer o que acontece nas nossas. Podemos?
Pensemos. Observemos. Analisemos. Critiquemos. E... escrevemos num blog!